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Copa de 2022 foi escolhida com propinas e corrupção

fifa corrupção

As suspeitas já eram enormes. Mas nesta semana com a divulgação do relatório oficial da FIFA sobre a escolha da copa de 2022 elas se confirmaram. A escolha do país do Oriente Médio para ser sede de uma Copa do Mundo foi recheada de propinas, corrupção e muito, mas muito dinheiro.

Trata-se do Informe Garcia a conclusão de uma investigação realizada pela FIFA com informações de crimes cometidos a concessão da copa de 2022.

Estranhamente a FIFA não pretende divulgar o documento na sua integridade. Mas o diário alemão BILD teve acesso a totalidade do relatório de 430 páginas que entrega os podres da decisão. Há muitos dirigentes envolvidos nos processos de corrupção. Um deles é muito conhecido dos brasileiros como o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira. Hoje nos Estados Unidos sendo acusado de corrupção.

As denúncias são estarrecedoras. Dentre os vários absurdos existem viagens de 3 membros executivos da FIFA em um avião privado da federação do Qatar para uma festa privada no Rio de Janeiro. Detalhe: com todos os gastos pagos pela federação local e antes da eleição para o Mundial 2022.

Depois da escolha a coisa ainda fica pior. Um membro do comitê executivo da FIFA parabeniza os funcionários pela escolha e diz que haverá uma transferência de milhares de euros como prêmio para as escolhas.

Existem ainda muito mais detalhes sórdidos. Como a transferência de 2 milhões de dólares de origem desconhecida para a conta de uma filha de apenas 10 anos de um alto funcionário da FIFA na gestão de Joseph Blatter.

Muita corrupção na FIFA

Mesmo assim provando que nem mesmo estas descobertas vão servir para mudar a FIFA. A Federação conclui que mesmo com tudo isso não houve irregularidades nas escolhas das copas do mundo de 2018 e 2022. Por isso as investigações foram encerradas.

Este absurdo causou até mesmo o pedido de demissão de Michael J. Garcia – investigador que dá nome ao relatório.

O ex-promotor norte americano que presidiu o comitê de ética da FIFA se demitiu. Isso porque foi contrário a decisão da organização em encerrar a investigação.

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