Na última terça-feira, a UEFA anunciou que permitirá o retorno do público ao estádio, para acompanhar o jogo entre o campeão da Liga dos Campeões, Bayern de Munique, e o campeão da Liga Europa, Sevilla.

PASSO IMPORTANTE PARA UMA POSSÍVEL “NORMALIZAÇÃO”

O mundo ainda sofre com as consequências causadas pela pandemia de Covid-19. Muitos países recém enfrentam a maior onda da doença, enquanto outros ainda tomam medidas rígidas de segurança sanitária, para que não aconteça um novo pico de contaminação.

Desde o primeiro grande surto na Europa, todas as competições esportivas passaram pelo mesmo ciclo: paralisação total, retorno gradual de modalidades, sérias medidas restritivas, portões fechados até então.

Alguns eventos no Leste Europeu, já tiveram pequena participação do público em alguns jogos de futebol. Na mesma região, um torneio-exibição de tênis, liderado pelo número 1 do mundo, Novak Djokovic, também recebeu espectadores.

O futebol entre os países de elite, ainda se mantém com os portões fechados. Embora em algum momento, a prefeitura do Rio de Janeiro, no Brasil, tivesse liberado o acesso de público gradualmente a partir de julho, nada foi consolidado até agora.

A exceção da regra foi na França, que em jogos do Paris Saint-Germain, na preparação para a volta da Liga dos Campeões, teve um retorno parcial de público, em partida realizada na Normandia.

O engraçado é que foi a federação francesa, juntamente com o governo do país, que decidiu encerrar precocemente a liga nacional, alegando falta de segurança, pelo Corona Vírus.

Agora, o próximo passo do mundo, e do esporte em geral, na luta para um princípio de normalização, se dará na Supercopa da UEFA.

A partida que reunirá o campeão da Liga dos Campeões e da Liga Europa, Bayern e Sevilla, respectivamente, foi confirmada com presença de torcedores.

PASSO IMPORTANTE PARA UMA POSSÍVEL “NORMALIZAÇÃO”

Quem bateu o martelo foi a própria UEFA, que permitiu a comercialização de tickets para a partida que ocorrerá na Hungria, mais precisamente na Arena Puskas, em Budapeste.

O evento vai acontecer em 24 de setembro, e o estádio poderá operar com até 30% da sua capacidade total. O presidente da UEFA garantiu que tudo irá acontecer sob um rígido protocolo de saúde, garantindo a segurança de todos.

A mesma UEFA, no entanto, manteve a decisão de impedir que torcedores voltem aos estádios nas suas demais competições, até segunda ordem.

SERÁ UM TESTE PARA LIBERAR DEMAIS PAÍSES DA EUROPA

Já que o calendário do futebol ficou totalmente alterado, mesmo que a Liga dos Campeões tenha recém terminado, já nas primeiras semanas de setembro teremos ligas nacionais em andamento.

Essas permanecerão sem público, em primeiro momento, mas esperando o sucesso na tentativa de Budapeste. Não é tão simples, pois exige uma inter-relação entre a organização das competições, os administradores dos estádios, e o poder público, que coloca à disposição
transporte público, entre outros serviços.

Se na final da supercopa da UEFA, tudo ocorrer da melhor forma, a tendência é que nos próximos meses, os estádios europeus comecem a operar com uma porcentagem bem reduzida de sua lotação máxima.

NAS AMÉRICAS ISSO PARECE UM SONHO MUITO DISTANTE

Se na Europa, as coisas começam a caminhar para um final quase feliz, no Brasil e demais países da américa do sul, isso não parece possível.

Estamos ainda passando pela fase de maior contágio, hospitais ainda atuam com um alto índice de leitos ocupados, e sequer os protocolos na área esportivas tem sido totalmente respeitados.

No Brasil, mais precisamente na segunda divisão, já são muitos os casos de atletas contaminados, que acabam adiando jogos importantes.

NAS AMÉRICAS ISSO PARECE UM SONHO MUITO DISTANTE

Na Série A, logo na primeira rodada, o Goiás teve 10 casos de jogadores infectados, e o jogo diante do são Paulo não aconteceu.

Se não conseguimos sequer cumprir protocolos para que haja os jogos, de que forma as federações estaduais, os clubes e o governo, poderão garantir a segurança de quem vai no estádio?

A Copa Libertadores vai reiniciar no próximo mês, e a forma com que clubes e atletas vão reagir ao contato com jogadores de outros países, ainda causa apreensão em todos.

Cada país tem seu próprio protocolo, tem sua própria estrutura para conter a doença, e mesmo sendo uma bagunça, o Brasil ainda tem mais poder aquisitivo para que isso possa ser bem feito.

Torcemos para que na Europa tudo possa dar certo, e que se torne um exemplo para as Américas. Por enquanto me parece um sonho distante. Uma pena, pois o futebol e o esporte sem a torcida, perde muito da sua atratividade.

 

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