Palmeiras e Santos fizeram final histórica no Maracanã, na primeira vez que o Brasil recebeu a partida única com o novo formato da competição. O alviverde levantou pela segunda vez a taça mais importante do continente.

CAUTELA FOI A MARCA DE LADO A LADO

Um jogo de Copa Libertadores não é disputado da mesma forma que uma partida de Campeonato Paulista. Claro que esperávamos um clima um pouco mais áspero, com entradas mais ríspidas, mas com ambas as equipes mantendo suas características de jogo.

Santos e Palmeiras não entraram em campo, ao menos aqueles que vimos até sábado passado. Times verticais, com apoio pelos corredores laterais, transição ofensiva forte, nada disso apareceu no campo do Maracanã.

Claro que isso se justifica. Uma subida mal sucedida, um passe errado, e uma avenida pro adversário avançar. Um gol sofrido e uma perda de final de Copa Libertadores. Quando isso pode acontecer novamente? Por sinal analisamos a final neste artigo: Palmeiras x Santos – As melhores oportunidades de apostas

Como dizem os treinadores mais antigos: “final não se joga, final se ganha”. Marcação muito forte, principalmente no meio-campo. Entradas fortes, no limite entre a lealdade e a irresponsabilidade, por vezes. Um juiz sul-americano, disposto a não dar qualquer falta.

Um primeiro tempo em que nenhum goleiro fez uma grande defesa. Jogadas esporádicas pelos lados do campo, alguns escanteios conquistados, e nada mais.

Dois times de transição, que precisavam de espaços para avançar. Nenhum deles com característica de posse de bola, construção com linhas altas.

Palmeiras e Santos não tem um camisa 10 clássico, não tem volantes construtores, seus treinadores não são adeptos desse jogo apoiado, onde a equipe se instala no último terço do campo.

Então faltou ação, faltou brilho, em um jogo que sobrou suor e disciplina tática.

Palmeiras Bicampeão da Copa Libertadores

O JOGO SE ENCAMINHAVA PARA A PRORROGAÇÃO, MAS…

No segundo tempo tivemos alguns lances esporádicos de perigo. Palmeiras e Santos rondavam, alguma finalização de média distância, mas acertar o gol, foram poucas vezes.

O Palmeiras só ofereceu real perigo em uma cobrança de falta de Raphael Veiga, e o santos em uma dupla chance, em chute de fora da área, Weverton deu rebote, e na sequência, Felipe Jonathan não abriu o placar por centímetros.

Tudo se encaminhava para uma prorrogação, e se ambos os times se mantivessem daquela forma, os pênaltis seriam um destino quase certo. Até que tudo mudou em questão de minutos.

Uma bola para a lateral, o técnico Cuca pegou a bola, tentou retardar o reinício da partida, o lateral do Palmeiras, Marcos Rocha chegou para pegar a bola, confusão, técnico caído, e o comandante expulso.

Quase que no lance seguinte, o Palmeiras joga uma bola na área, e o desacreditado Breno Lopes, sobe para dar o segundo título de Libertadores para o Palmeiras, aos 98 minutos de jogo.

Dizem que os lances tiveram relação. Sinceramente, não vejo assim. Houve desatenção da defesa, um lance muito fora da curva pelo que foi o jogo, mas não foi o Cuca que causou essa perda de título. Aliás, se não fosse pelo Cuca, o Santos não estaria onde está.

RECLAMAÇÕES POR FINAL DE JOGO ÚNICO

Não foram poucos os que ainda torcem o nariz para este modelo europeu de decisão, onde colocam a final em uma única partida, em estádio neutro.

Muitos saudosistas ainda querem aquele clima de jogo decidido em sua casa, ao invés de ter de apostar em um dia abençoado do seu time. Mas na Argentina, eles foram além do básico nas reclamações.

Canais do país refletiram sobre uma final chata, onde os dois times não produziram emoção para aqueles que não eram envolvidos diretamente com a decisão.

Vários pontos foram colocados em pauta, como o calor no horário do jogo, a falta do público no estádio, e em dado momento, o locutor ainda lembra que tanto brasileiros quanto argentinos, vendem suas joias tão cedo, que muitas vezes não temos como “pedir mais” para times que não tem a dar.

O Santos chegou a esta final pela sua disciplina tática, e com a corda esticada. O Palmeiras poderia ter dado um melhor espetáculo, porém, chega no ponto unânime da crítica. para entender melhor a Variável Tática em análise de futebol

Jogo único, onde duas equipes têm tanto medo de perder, que acabam perdendo a vontade de ganhar, é fadado a chatice.

Na teoria é emocionante, um jogo, um dia para provar quem é o melhor, sem regulamento, gol qualificado, ambiente de cada estádio. Só o velho 1×1 pra ver quem é melhor.

Na Europa dá certo, embora tenhamos jogos chatos lá também. Final entre Liverpool e Tottenham foi remédio para insônia também. Ma s lá, na sua maioria, equipes tem estrelas tão grandes em seus elencos, que não tem como ficarem com medo por 90 minutos.

Ambos os times tem armas para serem propositivos, ou então verticais ao extremo.

JOGO TRUNCADO

Por aqui, os jogos de copa nos transformam. Faz boas equipes virarem máquinas de guerra, prontas para marcar e bater, se atirar de cabeça no chão se for preciso. Mas espaços para o adversário são proibidos, mesmo que nos custe as jogadas ofensivas que temos como armas.

Mas é bom lembrar, que essa é apenas a segunda vez que usamos este modelo de decisão, e tão cedo, ainda com o torcedor sul-americano se acostumando com isso, já temos de encarar uma final com praticamente público zero.

Tudo isso influencia, mas é inegável que na américa do sul, é uma tendência jogos com essa característica. Viva a modernidade!

E por fim, parabéns aos palmeirenses, que agora representam os brasileiros no Mundial de Clubes da FIFA. Sociedade Esportiva Palmeiras, Bicampeão da Copa Libertadores da América!

 

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