Na disputa entre o pentacampeão e o time que buscava seu primeiro título, levou a melhor aquele que já está acostumado com as grandes decisões. O Bayern conquistou seu sexto troféu de Liga dos Campeões, e confirmou ser na atualidade a melhor equipe do mundo.

O JOGO COLETIVO ALEMÃO VENCEU AS INDIVIDUALIDADES FRANCESAS

Antes mesmo da bola rolar, uma grande expectativa de todos, era de como iriam se comportar ambas as equipes, devido às diferenças de características de cada uma.

O Bayern se apoiava em um jogo coletivo, quase que como uma linha de produção, onde cada setor age automaticamente, fazendo da sua estrutura uma grande engrenagem, que nunca para. Já o PSG, teria de se mostrar mais efetivo ao utilizar 3 peças de ataque: Neymar, Di Maria e Mbappé.

O time francês está longe de ser considerado uma equipe ruim, mas fica claro que se seus atacantes estiverem em um dia abaixo do esperado, pouco consegue criar coletivamente.

Na prática, o jogo mostrou que cada um buscou sua melhor característica para se impor sobre o adversário. O Bayern um jogo de posse de bola, colocando quase que todas as suas linhas no campo ofensivo, laterais muito participativos na fase ofensiva, criando boa condição numérica em todos os setores do campo.

Do outro lado, um PSG que abdicou de controlar o meio-campo, baixou totalmente suas linhas, priorizou em fechar o centro de sua área, e a cada posse de bola recuperada, uma ligação direta os seus 3 homens de frente.

O JOGO COLETIVO ALEMÃO VENCEU AS INDIVIDUALIDADES FRANCESAS

Em uma primeira parte equilibrada, foi o PSG quem teve mais chances reais de gol. Cada uma de suas estrelas perdeu um gol clara: Neymar parou em Neuer, Di Maria entrou livre e chutou por cima, e Mbappé, na melhor chance, chutou sem força, no meio do gol.

O Bayern também chegou, Lewandowski acertou a trave, e exigiu uma grande defesa de Navas. O Bayern pressionava a saída dos franceses e recuperava a bola a todo instante, mas não conseguiu ser avassalador como diante do Barcelona.

SEGUNDO TEMPO DE UM BAYERN CONTROLADOR E UM PSG SEM FORÇA

Embora a maior posse, e boas chegadas à frente, me atrevo a dizer que a proposta do PSG, no primeiro tempo foi superior. Os franceses queriam implementar uma defesa forte, com Marquinhos de volante, à frente de dois zagueiros firmes, e dois laterais que eram auxiliares de zagueiros.

Conseguiram, e além disso, por vezes conectavam boas transições com 3 homens de capacidade vertical.

Na segunda etapa não, e o Bayern foi aquilo que todos esperavam. Um time controlador da bola, amordaçou o meio-campo do PSG, e a bola quase nunca saia da intermediária defensiva dos franceses.

A bola rodava de lado a lado, buscando abrir um pequeno espaço na defesa francesa, e os homens de frente ilhados, assim como fora os espanhóis.

Como diria o ditado: “Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”. E de tanto insistir, em uma ótima jogada coletiva, a bola chegou livre para o lateral Kimmich, cruzar na cabeça de Coman, que entrava livre pelo lado esquerdo, e abrir o placar para os alemães.

O PSG chegou raras vezes, poucas chances claras de gol. A melhor delas com Marquinhos, que parou em Neuer. O trio dos franceses pouco pegava na bola, e quando isso acontecia, já tinha um exército de vermelho. Faltava força, faltava opções de jogadas, ou seja, faltava a coletividade que sobrava no Bayern.

Bayern merecidamente campeão da Liga dos Campeões, se colocando como a melhor equipe do mundo. Confirmado que o futebol vai além de ter uma ou duas estrelas no elenco, e o jogo coletivo é capaz de destruir a tudo e a todos.

AFIRMAÇÕES E DECEPÇÕES DA DECISÃO

Em jogos como este, se espera o brilho dos grandes craques. É bem verdade que a partida estava cheia deles, mas em especial, alguns rendiam maiores expectativas.

Pelo lado do PSG, sem dúvida Neymar, que chega como o ano mais forte na disputa do prêmio de melhor do mundo.

Ajudando a levar o PSG até uma disputa de título inédito. Pelo lado do Bayern, Lewandowski, com 55 gols na temporada, artilheiro da liga alemã, artilheiro da Liga dos Campeões, e também um dos favoritos ao prêmio de melhor jogador da temporada.

Nenhum dos dois teve o protagonismo que se esperava. Lewandowski teve duas boas chances no primeiro tempo, mandou uma bola na trave, mas foi menos acionado do que imaginava-se.

Neymar na primeira metade também teve uma boa chance, deu duas ou três boas arrancadas e ajudou a levar perigo nos contra-ataques. Conforme o tempo foi passando, foi perdendo força, até sumir no marasmo parisiense no restante da partida.

Coman, que fez o gol da partida, foi eleito o melhor jogador da final. É uma boa escolha, e talvez manjada, simplesmente pelo gol. Mas o francês foi bem, bom volume ofensivo, boa presença de área, parou uma vez em Thiago silva que tirou quase em cima da linha.

Mas além de coletividade alemã, gostaria de destacar um nome em especial: Thiago Alcântara. A tranquilidade do meio-campista é algo extraordinário, e simplesmente resume o que foi o controle do Bayern.

Um jogador calmo, não dá chutão, valoriza a posse da bola, mantém o time sempre avançado, e poucas vezes dá um passe inútil, que não há possibilidade de boa continuidade da jogada.

Thiago foi um monstro no meio-campo alemão, que controlou a partida, e foi responsável por roubar a bola, e não deixar os franceses brincar também. Hás quem diga que aquele que valoriza a posse da bola, tem menos chances de sofrer gol, pois ela não está com o adversário. E poucas vezes isso se viu tão claramente na prática.

BAYERN E PSG ASSUMEM QUAL POSIÇÃO PARA A PRÓXIMA TEMPORADA?

A Liga dos Campeões mal terminou, e logo já começa novamente. A fase de qualificação está em andamento, e logo teremos o sorteio dos grupos para a temporada 2020/2021.

Ainda tivemos alguns movimentos pontuais acerca de transferências para a próxima temporada. O Bayern acredito que mantenha o posto de favorito a chegas nas fases decisivas mais uma vez.

Deve manter grande parte do elenco, e agregar contratações pontuais. Um confirmado é o atacante Sané, enquanto Thiago Alcântara está de malas prontas para a Inglaterra.

Já o PSG, vai ter de se remontar, pois duvido que Neymar mantenha-se em Paris por mais uma temporada. Thiago silva deve fardar o uniforme do Chelsea na próxima época, e além disso, ficou claro que tem que se reforçar como um grupo, e não despejar um caminhão de dinheiro em uma ou duas estrelas.

A temporada 2021 começa agora, e o Aposta Ganha Brasil estará de olho para trazer notícias, repercussões, análises e palpites dos grandes eventos que nos esperam. Aguarde!

 

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