Michael Bisping vs Georges St.Pierre – UFC

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Michael Bisping vs Georges St.Pierre – UFC: O octógono mais famoso do mundo está de volta à “Meca” das arenas de desportos de combate…

O Madison Square Garden em Nova Iorque, para mais um PPV do UFC, com um cartaz recheado de grandes lutas.

No evento principal da noite, uma luta algo inesperada com Michael Bisping finalmente a defender o seu cinturão de peso-médio frente a um dos nomes míticos do MMA, o retornado Georges St.Pierre (GSP).

Michael Bisping de 38 anos, atual campeão linear de peso médio, parte para esta luta de certa forma em busca de um legado.

Se vencer GSP será o único lutador do mundo a ter vencido St.Pierre e Anderson Silva, ambos colocados pelos especialistas como possivelmente os melhores lutadores de sempre de MMA.

Com uma carreira já bem longa e na reta final, Bisping chegou inicialmente à popularidade quando venceu o torneio de meio-pesado do TUF 3 em 2006.

Onze anos depois e a caminho da 28º luta dentro do octógono a imagem que fica para trás é que o inglês nunca desistiu mesmo perante as derrotas mais avassaladoras

e acaba por tirar o benefício de estar na hora certa no local certo para nesta luta frente a GSP faturar certamente a sua maior bolsa financeira desde que é lutador.

O reinado de Bisping enquanto campeão dos médios tem sido tudo menos consensual.

Acusado por muitos de estar a “fugir” de lutar com os grandes nomes da divisão, algo que muito provavelmente se manterá já que o próprio inglês avisou que deverá apenas fazer mais duas lutas na carreira, a verdade é que Bisping não tem sido propriamente um campeão ativo,

por culpa também de uma alegada lesão no joelho que abriu espaço a que a divisão tenha no momento um também campeão interino, o australiano Robert Whittaker.

Bisping teve um caminho tortuoso até chegar ao “titleshot” parecendo que ficava sempre a um passo de poder disputar o título, falhando na hora “H”.

A chance de disputar o título acabou por chegar de surpresa quando foi chamado a duas semanas do combate para substituir Chris Weidman na luta frente ao na altura campeão Luke Rockhold.

A verdade é que num enorme “upset”, Bisping nocauteou um sobranceiro Rockhold que talvez por já ter vencido uma vez Bisping, subestimou claramente as capacidades de “striking” do inglês.

Depois disso Bisping defendeu apenas uma vez o cinturão num casamento de luta no mínimo discutível quando em outubro do ano passado venceu por decisão o quarentão e prestes a retirar-se Dan Henderson.

Georges St.Pierre de 36 anos, um verdadeiro representante da nação canadiana, é um nome que praticamente se confunde com o próprio nome do MMA e tenta aqui também expandir o seu já vitorioso legado.

Considerado por muitos como o melhor lutador de sempre, GSP desenvolveu uma carreira ímpar na divisão de meio-médio do UFC onde foi por duas vezes diferentes campeão e compilou nove defesas consecutivas de título, o recorde da divisão.

GSP volta nesta altura à competição profissional depois de ter feita a sua última luta em novembro de 2013, quando defendeu com sucesso o cinturão de meio-médio frente a Johny Hendricks no já longínquo UFC 167.

Após a luta, GSP alegou que precisava de se afastar do desporto de alta competição por razões pessoais, embora nunca tenha afirmado que se estava a retirar definitivamente.

Após quatro anos e quando provavelmente já poucos esperariam um retorno, eis que após uma longa negociação com o UFC, GSP decide voltar ao octógono, desta feita subindo de peso e desafiando o campeão de peso-médio,

numa luta que poucos fãs pediram, mas que por razões provavelmente diferentes acabam por fazer sentido para cada um dos lutadores e também para a organização.

Com um cartel profissional de 25 vitórias e 2 derrotas, GSP não perde desde 2007 e tem no seu currículo vitórias frente a nomes como Matt Hughes, BJ Penn e Nick Diaz.

Luta muito difícil de analisar porque pura e simplesmente é impossível saber ao certo que GSP vamos ter nesta luta, quatro anos após o mesmo ter disputado o seu último combate profissional.

GSP não está só quatro anos mais velho, mas também já sofreu duas ruturas de ligamentos, uma em cada joelho e estará aqui a lutar uma categoria acima do seu peso habitual, ficando em desvantagem de tamanho e envergadura para Bisping.

Existe algo contudo que podemos ter a certeza: Se existe atleta metódico, analítico e realista, esse atleta é GSP e não é por acaso que o mesmo aceita defrontar Bisping.

Aceita porque acredita ter maiores possibilidades de vencer mais de que qualquer outro peso-médio detentor de título e mesmo a mudança corporal de GSP, visivelmente com maior peso muscular, prova há quanto tempo o canadiano está em preparação para esta luta.

O protótipo do lutador completo, GSP sempre impressionou pela capacidade que tem em impor o seu “gameplan” independentemente do adversário que tem do outro lado.

Apesar de muitas vezes ser acusado de ter um estilo de luta monótono, atestado de certa forma por não conseguir uma finalização desde 2009, a verdade é que também muitas vezes GSP passa quase incólume pelas lutas massacrando os adversários com o seu wrestling.

O especial no estilo de luta agarrada de GSP tem muito a ver com o seu timing e pela forma como é perfeitamente mesclado com o seu striking.

Na sua carreira no UFC, GSP tem um rácio absurdo de 74% de tentativas de quedas tentadas/conseguidas, e isto tendo defrontado All-American wrestlers como Josh Koscheck, Matt Hughes e Jon Fitch,

um exemplo de como GSP não desaproveita quase um único movimento na luta, maximizando o seu cardio e função atacante ao mesmo tempo que minimiza os golpes absorvidos.

Frente a Bisping, e se quiser vencer, GSP vai ter que usar mais um “gameplan” bem afinado se quiser tirar o cinturão ao britânico.

Provavelmente com um “striking” dos mais subvalorizados de todo o UFC, Bisping e todo o percurso que fez na organização provam o quão perseverante é o atual campeão.

O britânico pode não ser o maior “power puncher” da divisão, mas compensa com um alto débito de volume de golpes, volume esse que consegue manter com consistência durante cinco assaltos, o que indubitavelmente trás muita vantagem a nível de pontuação nos cartões dos juízes.

Apesar de já ter sofrido um par de KO´s, Bisping sabe aguentar castigo e igualmente não foge dele, pois o seu estilo de constante entrada e saída do “pocket” promove a que acerte mas também absorva alguns golpes.

Apesar do grau alto de intangibilidade que esta luta tem devido ao que expliquei atrás, tendo de escolher aqui um vencedor e à luz das odds oferecidas a minha escolha recai em GSP.

Não acredito que a vantagem de tamanho de Bisping tenha um papel muito significante na luta, e acredito aliás que GSP será aqui inclusive o lutador mais poderoso e mais rápido.

O chamado “ring rust” pode realmente ser um factor importante na luta em desfavor de GSP mas não nos podemos esquecer que Bisping é aqui de longe o lutador que maiores castigos sofreu,

bastando apenas recuar às recentes lutas com Dan Henderson e Anderson Silva para ter um pouco a noção das verdadeiras guerras que Bisping travou no octógono.

O estilo conservador de GSP protegeu-o de certa forma de castigos maiores, e apenas nas últimas defesas de título frente a Condit e Hendricks o vimos em reais dificuldades desde do nocaute surpresa sofrido frente a Matt Serra em 2007.

Vejo um GSP a utilizar o seu estilo mais “fino”, a praticar a constância do seu jab para assim que Bisping se aproxime para golpear, seja contra-atacado com os bem temporizados “double-legs” do canadiano.

Palpites e Dicas de Apostas Michael Bisping vs Georges St.Pierre:

Se o ganho de peso de GSP não afetar de sobremaneira o seu cardio, tenho confiança em como o canadiano é capaz de pôr em prática um “gameplan” de constante “clinch”, controlo de distância e derrubes, num estilo de luta que nunca foi nem nunca será o estilo com que Bisping se sente mais confortável.

Acredito que esta luta tenha muita similaridade com a derrota que Bisping sofreu frente a Tim Kennedy em 2014 onde passou maior parte da contenda de costas no chão,

não conseguindo fazer frente a um estilo de wrestling agressivo que na altura o norte americano imprimiu. Outros como Chael Sonnen e mesmo Luke Rockhold também já tiveram sucesso usando o grappling como antídoto às armas do britânico.

Veremos então na minha opinião um St. Pierre a triunfar provavelmente na decisão dos juízes, tornando-se desta forma o 4º lutador da história do UFC a ser campeão em duas divisões de peso diferentes.

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