A liga italiana conheceu seu campeão na temporada 2019/2020, quando no domingo a Juventus venceu a Sampdoria, por 2-0, e faturou seu nono título consecutivo. O que faz da Vecchia Signora tão dominante no cenário italiano?

EMBORA O EQUILÍBRIO, JUVENTUS AINDA É SOBERANA

Das 9 vezes em que a Juventus foi campeã da liga italiana, nem sempre o caminho foi tão fácil como parece. Nesta temporada 19/20, por exemplo, embora mais um título conquistado, em alguns momentos se discutiu uma possível perda de título.

Mesmo assim, o time do técnico Maurizio Sarri teve algo que os outros precisavam ter: regularidade. Em 36 jogos, a Juventus conquistou 26 vitórias, 5 empates e perdeu outras 5 vezes. O que foi determinante para a conquista do título, foi não perder tantos pontos para equipes de menor escalão.

Até 6 rodadas atrás, a Juventus tinha apenas 3 empates e 3 derrotas. A Internazionale empatou 10 vezes ao longo do campeonato, e a Atalanta outras 9 vezes.

Isso dá um total de 10 e 8 pontos perdidos, respectivamente, a mais que a Juve, o que representaria uma solução para estas equipes disputarem, de fato, o título.

Até aqui não foi uma competição tão fácil, tiveram momentos em que Inter, Atalanta e Lazio, tentaram disputar o título. Hoje a Inter se coloca a 7 pontos atrás, faltando duas rodadas, e fica o sentimento que poderia ter dado algo a mais. Será que poderia mesmo?

DISTÂNCIA TÉCNICA PARA OS RIVAIS É GRANDE

A Juventus parece que joga sozinha o campeonato italiano. Na última década, se perguntarem a qualquer um, qual italiano poderia ser considerado forte na Liga dos Campeões, todos responderiam Juventus. Porque?

Inter e Milan, que são os maiores rivais da Vecchia Signora no território italiano, hoje sentem o gosto amargo de serem coadjuvantes. O Milan se destruiu como instituição, desde a sua última época dourada, quando tinha um timaço e venceu a Liga dos Campeões 2006/2007.

Juventus é campeã italiana pela nona vez seguida

De lá para cá, se afundou em dívidas oriundas de parcerias mal feitas, equipes medianas, e a falta de grandes estrelas. Buscou novamente Ibrahimovic, para tentar reascender a chama com sua torcida, e talvez abrir as portas para jogadores de maior porte terem a vontade de jogar pelo clube. É um processo longo, e que ainda não rendeu frutos.

A última vez que a Inter foi realmente forte, foi justamente quando dominou a Itália e a Europa. Na temporada 2009/2010, foi campeã italiana, e ainda venceu a Liga dos Campeões, comandada por José Mourinho. Busca uma maior força de elenco, que hoje tem algumas peças interessantes, mas que ainda não fazem dele um time realmente forte.

A prova disso foi ter caído ainda na primeira fase da Liga dos Campeões, quando teve de enfrentar equipes de elite de outros países, como Barcelona e Dortmund. A Inter sobe alguns degraus, mas ainda não está no mesmo nível dos melhores.

A Juventus reina “dentro de casa”, e é a força da Itália fora dela. Tem um elenco muito forte, um padrão de jogo bem estabelecido, e individualidades que conseguem fazer dela, sempre aquela equipe que arranca uma vitória quando ninguém mais acreditava. Lembro de um tal de Cristiano Ronaldo…

ATAQUE FORTE E DEFESA QUASE IMPECÁVEL

A Juventus mostrou nesta temporada, mais uma vez, que o ataque ganha muitos jogos, mas que a defesa ganha o campeonato. Embora tantos nomes incríveis no ataque, não chegou perto de ser o time com mais gols na liga.

Enquanto marcou 75 gols na competição, a Atalanta marcou 96. Mas é o padrão de jogo bem equilibrado que faz da equipe de Sarri, uma das mais fortes do mundo. A condição de equipe com defesa forte, já vem de outras tantas temporadas, e mais uma vez se faz presente.

Sofreu apenas 38 gols, tem uma composição de meio-campo muito forte, jogadores de mobilidade à frente, que fazem deste time forte, equilibrado, e que em um campeonato de tiro longo, muito favorito.

De Ligt

Cristiano Ronaldo ainda disputa a artilharia, tem 31 gols, contra 34 de Immobile, da Lazio. Faz diferença ter um jogador com uma capacidade tão grande de decisão, e talvez este seja outro ponto que o coloque como soberana na Itália.

Cristiano Ronaldo não foi nada barato, e o clube ainda vem fazendo grandes contratações, como Dybala, Douglas Costa, De Ligt, mais recentemente Arthur.

A Vecchia Signora tem dinheiro que os outros hoje não tem. A condição financeira, o status de sempre brigar por títulos e chegar forte nas competições continentais, além de ter jogadores consagrados e promissores.

Tudo isso foi construído ao longo da última década, e pelo cenário atual, parece que vai demorar mais um pouco para que haja um concorrente à altura.

 

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