Figueirense à beira de um colapso pode abandonar a Serie B

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Recentemente veio à tona a situação caótica vivida pelo Figueirense, que atua na segunda divisão do futebol brasileiro. O clube convive com falta de dinheiro para pagar funcionários, atletas e comissão técnica, além de não conseguir manter uma qualidade na sua estrutura.

Figueirense: O segredo do fracasso é a má administração

Por aqui, se diz que um clube grande para cair para a segunda divisão, precisa cumprir uma cartilha, passo a passo até a queda. As exigências são diversas, mas quase sempre acontece.

Figueirense à beira de um colapso pode abandonar a Serie B

Os tópicos que mais merecem destaque são, a falta de convicção na sua comissão técnica e as constantes trocas de treinador, um elenco mal formado no início do campeonato, salários atrasados e brigas e protestos entre equipe e torcida.

O Figueirense vem cumprindo cada etapa deste processo, mas com vários agravantes, que o conduzem cada vez mais rápido para a terceira divisão do Campeonato Brasileiro.

Em primeiro lugar, não é um clube grande, embora popular no seu estado, não tem um apelo da mídia e torcida brasileira, obtém poucos recursos televisivos e de bilheteria. Seu estádio cabe pouco mais de 15 mil pessoas e sua média de público é muito baixa.

Cada vez mais, vem tendo dificuldade de manter seu elenco profissional, não paga salários, é último colocado da Serie B, não vem tendo investimentos na sua categoria de base.

A solução encontrada pelo clube, foi virar uma empresa.

O Figueirense, recentemente terceirizou seu departamento de futebol, “vendendo” esta administração para a empresa Elephant, cuja a ideia era fazer algo nos moldes de outros clubes mundo afora, que detém acordos com empresas para gerir ou injetar dinheiro no seu futebol.

Não deu certo.

A empresa não cumpriu quase nada do que foi acordado, não investiu adequadamente no clube, e sequer quita os vencimentos dos atletas.

Não restou outra alternativa, senão os atletas anunciarem greve, e inclusive perdeu um jogo desta Serie B, por WO.

O Ministério Público do Trabalho de Santa Catarina, pediu em agosto o bloquei de quase 10 milhões de reais do Figueirense. Com o intuito de gerar uma ação para sanar as necessidades de atletas e funcionários do clube.

Na última semana, a empresa que administra o futebol do clube, em nome do Figueirense, comunicou à CBF que não teria condições de se manter em disputa no Campeonato Brasileiro Serie B, e abandonaria a competição.

O fato chocou o país, pois esta decisão não é nada comum, principalmente em uma das principais competições nacionais.

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Isto implicaria em um afastamento do clube de competições oficiais por 2 anos, podendo retornar somente na quarta divisão nacional.

Isto causou uma guerra interna, o STJD não acatou o pedido da administradora do clube, e a justiça concedeu uma liminar ao Figueirense, removendo a Elephant do comando da administração da instituição.

O primeiro ato depois dessa calamidade recente, se viu na última rodada da Serie B.

O confronto era difícil, o cenário era caótico. O Figueirense entrava em campo para enfrentar o líder da competição, e coincidentemente, também um clube que virou empresa, abastecido por dinheiro de Sociedade Anônima.

Figueirense: A torcida abraçou o time, mais de 13 mil pessoas foram ao estádio.

No campo não houve milagre, infelizmente a situação técnica do clube ainda está precária, e a derrota de 3-0 evidenciou a disparidade entre os times.

Ao final do jogo se esperava protestos, vaias, bombas e cobranças, tudo aquilo que acontece corriqueiramente no futebol brasileiro. Mas o que se viu foi amor e paixão.

Com um 0-3 no placar, com o time desnorteado em campo, se ouvia das arquibancadas gritos de incentivo, palmas a cada esforço dos atletas, e cantos de amor ao clube.

O Figueirense, nesta semana, deu ao futebol brasileiro duas grandes lições.

Em primeiro lugar, que mais uma vez ficou evidente que uma péssima administração pode levar qualquer instituição à ruína.

E ainda, não se pode fazer qualquer coisa por dinheiro, por mais sedutora que seja a proposta, pois na hora que o barco afunda, os ratos são os primeiros a pular.

Vender administração do futebol a uma empresa, foi algo que levou o clube à beira do abismo. Claro que, se fosse uma empresa séria, o destino final poderia ter sido a glória de um título ou de uma subida à primeira divisão.

O problema é não poder ter qualquer direito à decisão naquilo que é a razão de ser de todos os clubes, que é o futebol.

E o que se viu, foi um tapa na cara daqueles que achavam que tudo isto daria certo, pois no final, quem salvou o clube foi a sua torcida.

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