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Fair Play financeiro no Futebol europeu x Futebol sul americano

O Cardiff, do País de Gales, foi notificado pela FIFA nesta semana, a pagar pela contratação do jogador Emiliano Sala, sob a punição de ficar impossibilitado de fazer contratações na próxima janela de transferências. É o sistema de controle europeu, que busca pela estabilização dos clubes.

Punições no futebol Europeu: Organização ou morte!

Você já imaginou abrir o jornal pela manhã, e na manchete estar escrito que seu time não vai contratar ninguém na próxima temporada?

Fair Play financeiro no Futebol europeu x Futebol sul americano

Poucos são os clubes na América do Sul que podem se dar ao luxo de querer exatamente as mesmas peças para o ano seguinte. Na Europa, a FIFA e principalmente a UEFA, tem controle sobre administrações financeiras e movimentações dos clubes em relação à contratações.

A mais nova advertência da FIFA vai para o Cardiff, que no começo do ano contratou o atacante Emiliano Sala, do francês Nantes, por uma quantia de 6 milhões de euros.

A fatalidade ocorreu quando o jogador viajava para a terra do seu novo clube, mas seu avião caiu, e o jogador infelizmente faleceu.

Desde então, o clube galês ainda não pagou por sua contratação, e mesmo que não tenha usufruído do seu “produto”, é obrigado a pagar pela transferência.

A pena para o clube galês pode ser de até 3 janelas de transferências sem poder inscrever qualquer jogador que não esteja com contrato em vigor com o clube. Sendo assim, o Cardiff ficaria por 1 ano e meio sobrevivendo de seu plantel atual e atletas de categorias de base.

Gigantes europeus também sofrem com duras penas

Clubes de maior expressão também fazem parte do pacote de controle das maiores entidades do futebol.

Na Inglaterra o Chelsea foi punido recentemente por violar uma lei sobre aliciamento de menores de idade.

A FIFA impõe algumas regras sobre transferência de atletas menores de idade. O clube londrino foi duramente punido pelo ingresso de 29 atletas de maneira irregular, e não pode efetuar contratações até a segunda janela de 2020, ou seja, os blues poderão contratar apenas ao final da temporada europeia, em julho do ano que vem.

Na Espanha Barcelona e Real Madrid também já tiveram sob julgamento. Em 2017 o Real Madrid também foi julgado pelas transferências de menores de idade, já o Barcelona, ficou impedido de inscrever jogadores na janela de inverno da temporada 2014/2015.

O Milan, da Itália, recentemente foi julgado por violar regras do Fair Play financeiro, e a UEFA aplicou dura pena.

Como punição, os italianos foram excluídos da Liga Europa, a qual estava classificado, e ainda, está fora de competições europeias por duas temporadas.

A organização institucional que falta ao futebol sul americano

Se na Europa, a intenção é que haja uma prosperidade com as regras impostas pela UEFA e FIFA, no Brasil e América do Sul, a impressão é que viramos quase uma terra sem lei.

Clubes brasileiros em sua grande maioria, até hoje pagam parcelas altíssimas por contratos trabalhistas de décadas passadas. As dívidas institucionais de cada clube aumentam a cada ano.

Até a metade da temporada de 2019 no futebol brasileiro, a maioria dos clubes da primeira divisão tem uma dívida maior de 300 milhões de reais.

As transferências de atletas a cada temporada ganham um enredo mais complicado. A cada semana temos notícias de clubes que não pagaram pela transferência de jogadores, seja em 1, 2 5 ou 10 anos.

A grande maioria dos clubes brasileiros está com o caixa no vermelho. Muitos destes grandes clubes nacionais, atrasam seus salários, inclusive na segunda divisão tivemos um WO nesta temporada, devido à falta de pagamento à jogadores e funcionários.

A maior fatia da receita anual dos clubes é por meio de transferências, seja de joias da base ou de atletas renomados em seus elencos. Quando a venda é feita para clubes do exterior, a situação é menos complicada.

Quando a transação é feita dentro do país, geralmente os clubes não pagam inteiramente suas dívidas, que acumulam ainda mais com as despesas do clube, e quase caem no esquecimento, ou serão resolvidas em um acordo 5 ou 10 anos depois.

Talvez esta seja a grande diferença, que impulsiona o futebol europeu, e mantém estagnado o futebol sul americano. Por aqui, não temos a intenção de impor regras à grandes instituições, e a partir disto, os clubes não se mobilizam a fazer uma política de controle de gastos.

O resultado é claro: ninguém arruma a sua casa, vamos levando do jeito que dá, e cada vez mais a diferença técnica e financeira para os clubes de fora, fica com uma diferença gigantesca.

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