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Doze vezes Rafael Nadal em Roland Garros

Na última semana foi concluído o torneio francês de Roland Garros, com título de Rafael Nadal. O espanhol manteve sua grande campanha no saibro e após a conquista do décimo segundo título confirmou ser o maior tenista da terra batida.

Roland Garros: Rafael Nadal O rei do saibro!

Existem diversos fatores que fazem de um atleta um especialista em algum aspecto dentro de suas modalidades. Seja por característica de jogo, aspectos físicos ou até mesmo de gosto pessoal, cada tenista tem um estilo que se adapta melhor a cada piso.

No tênis, Rafael Nadal se consolidou como o maior jogador da história no piso de terra batida, e no último domingo faturou nada menos do que seu décimo segundo título de Roland Garros.

Doze vezes Rafael Nadal em Roland Garros

O tipo de jogo no saibro é totalmente diferente, a partida propõe uma maior troca de bolas, é necessário uma resistência física e mental dos atletas, e Nadal teve de sobra. O espanhol consegue estar sempre inteiro nas bolas, é muito difícil deixá-lo desconfortável na partida, e isso vai minando o adversário.

Nadal tem uma marca absurda, com desempenho superior a 90% em Roland Garros, muito por esse estilo rápido e agressivo quando joga no saibro, que até mesmo os grandes tenistas da atualidade não conseguem fazê-lo no mínimo sentir o risco da derrota.

A campanha de Nadal para o 12° título

Antes de chegar a Roland Garros, Nadal faturou o torneio de roma, quando perdeu apenas um set na competição, que foi na final diante de Djokovic. Este seria seu maior adversário no torneio francês, na teoria.

Nadal iniciou como todos esperavam, passando por cima de adversários sem expressão no momento, e claramente conseguia se dosar dentro das partidas.

Quando imprimia uma velocidade na partida, conseguia desestabilizar o jogo do adversário, que mais se desgastava em salvar as bolas, do que agredir Nadal. Até a semifinal, o espanhol foi praticamente impecável, cedendo um seto apenas, e foi para Goffin, quando ninguém apostava.

Na ocasião Nadal cometeu um erro no serviço decisivo, mas o que não abalou em nada a sua campanha. Na semifinal o grande encontro diante de Roger Federer.

Enquanto o retrospecto e a característica de ambos apontava para um grande favoritismo do espanhol, lá no fundo eu esperava mais resistência do suíço.

Federer tinha muita dificuldade quando Nadal acelerava o jogo, e fazia a bola subir demais no piso. Poucas vezes na partida se viu que o grande favorito se sentia desconfortável com as investidas do suíço.

Os erros não forçados vindos de Federer, mostrava que aquele não era o seu habitat, e sim do de Nadal, que errava pouco, e no final um 3-0 incontestável.

O título diante de Thiem

Talvez nessa altura da competição, todos esperassem um duelo diante de Djokovic. Acontece que Thiem surgiu com um grande jogo diante do sérvio, e com um total de 5 sets, se credenciou a enfrentar Nadal.

Talvez isto tenha feito uma grande diferença contra Thiem, que teve um desgaste absurdo contra Djoko, enquanto Nadal passeava contra Federer.

Os dois primeiros sets seria onde Thiem estaria supostamente mais inteiro fisicamente. Se no primeiro set, Nadal quebrou logo cedo e administrou a vantagem. Já no segundo não foi bem assim, pois Thiem se mostrava firme no seu serviço.

thiem

Conseguia segurar as ações de Nadal, com um bom saque, e fazendo o espanhol correr.

Com uma quebra no último serviço antes do tie-break, faturou o segundo set. Ali foi seu auge, e acredito que depois disso seu declínio físico foi fundamental para o seguimento do jogo.

No set 3 Nadal chegou muito agressivo, quebrando logo no primeiro serviço. Thiem já não conseguia imprimir a mesma velocidade, e sua resistência ia se esgotando à medida que Nadal chegava muito mais inteiro em cada bola.

O resumo dois dois sets finais foi um duplo 6-1, onde Nadal mal precisou fazer força para faturar seu décimo segundo título de Roland Garros.

Com este troféu, o espanhol se tornou o tenista que mais vezes venceu o mesmo Grand Slam na história, superando Margaret Court, que venceu o Aberto da Austrália em 11 edições.

As constatações de que Nadal tenha se tornado um ícone na história do esporte, já é de conhecimento geral, mas impressiona a capacidade do atleta de se tornar cada vez mais impecável neste tipo de torneio, colocando os adversários de extrema capacidade em situação de um tenista comum.

Admiro esportistas que mesmo já tendo construído uma carreira vitoriosa, buscam cada vez mais a evolução dentro de suas modalidades.

Nadal se mostrou faminto, dá a importância para o título mesmo que sua estante esteja cheia desses troféus, e ninguém foi capaz de contestá-lo, em momento algum da competição.

Parabéns, Nadal!

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