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Carlo Ancelotti prevê mudanças no futebol europeu pós-crise

O treinador do Everton, da Inglaterra, Carlo Ancelotti, em entrevista a um jornal italiano, deu sua visão de como será o mundo do futebol após a paralisação total devido ao surto do Corona Vírus. Mudanças drásticas e polêmicas podem vir logo à frente, diz o italiano.

Para Ancelotti, estourou a “bolha” do futebol mundial

Que o futebol vive uma realidade totalmente atípica, todos sabemos. As cifras envolvidas são inimagináveis para qualquer cidadão “comum” da nossa sociedade atual. Agora, vivemos em um período enigmático, e as projeções para o que vem depois dessa pandemia mundial, são diversas.

Carlo Ancelotti prevê mudanças no futebol europeu pós-crise

O treinador Carlo Ancelotti, deu uma entrevista ao veículo italiano Corriere delo Sport, falando sobre suas expectativas para a volta das atividades do futebol em âmbito mundial. Para o comandante do Everton, da Inglaterra, haverá um “rombo” na economia referente ao futebol, o que traria consequências que na visão do treinador, seriam boas.

Ancelotti disse que o futebol ficaria mais próximo da realidade, diminuindo aqueles salários absurdos pagos a jogadores e treinadores do futebol mundial. Com isso, patrocínios de televisão e empresas em geral seriam readequados, e o preço do ingresso seria mais acessível aos espectadores.

Ainda na visão do comandante do Everton, não dá para se ter certeza de como cada liga vai reagir a esta parada, que com certeza está sendo repleta de prejuízos para todos. A gravidade, no entanto, será algo implacável, e que com certeza o futebol e seus dividendos serão diretamente influenciados.

Clubes da Europa tomaram medidas para se segurar financeiramente neste momento de crise mundial.

Lionel Messi anunciou que os jogadores do Barcelona entraram em acordo com a diretoria do clube, e abriram mão de 70% dos seus salários neste momento delicado.

Outros clubes também anunciaram acordo com seus atletas, em destaque na Bundesliga, da Alemanha, onde Bayern e Borussia Dortmund cortaram boa porcentagem dos vencimentos dos jogadores.

Na contramão desta atitude, o Tottenham, da Inglaterra, manteve os salários do seu elenco sem redução (até o momento), e anunciaram um corte de 20% do salário dos seus funcionários, que com certeza não ganham valores sequer perto do salário mais baixo do grupo de jogadores.

Segundo o presidente do Tottenham, Daniel Levy, disse que a medida é para proteger o seu quadro de funcionários, e não ser obrigado a anunciar demissões em massa. Fico pensando se não seria mais fácil entrar em acordo com seu grupo de atletas, e manter os vencimentos de pessoas mais necessitadas.

O futebol por vezes nos causa ânsia, principalmente por atitudes dessa forma.

Sinceramente, não acredito em mudanças definitivas no período “pós-covid”. Este momento é delicado, estamos vendo pessoas morrerem ao redor do mundo, e outras milhões passando por necessidades, pelo fato de não poderem buscar seu rendimento para levar comida para dentro de casa.

No Brasil, passam de 20 milhões os números de trabalhadores informais, ou seja, aqueles que não tem carteira assinada, e não possuem qualquer garantia de rendimento nesse recesso. Por aqui, é uma dificuldade enorme de se entrar em acordo com os jogadores, que batem o pé e dificultam acertos com os clubes para redução substancial de seus vencimentos.

Se esta situação já é por si só revoltante, causa ainda mais raiva a atuação dos nossos “heróis” frente ao caos vivido pelo país. Se em grandes clubes da Europa, jogadores aparecem ofertando ajuda as suas cidades, no Brasil, o silêncio dos milionários é absoluto.
Claro que pode haver ajudas silenciosas, que de fato seriam atitudes nobres, sem qualquer intenção de retorno midiático.

Mas não se tem notícias de muitos casos de ajudas, apoio para hospitais, comunidades carentes.

Temos um exército de desempregados no Brasil, outro exército de informais sem dinheiro no momento, e não vejo um jogador comprando cestas básicas para ajudar comunidades que estão passando fome.

Carlo Ancelotti tem razão, vivemos em uma sociedade que o futebol está descolado, nada se compara, Uma readequação seria algo natural, e diria eu, justo. Claro que tudo que eles ganham é fruto de mercado, pois se alguém paga, é porque arrecada na mesma proporção, ou mais.

Mas não vejo uma contrapartida para a população de seres humanos normais. Não podemos esquecer que sem torcida não há renda, sem audiência televisiva não há receitas bilionárias de patrocínios de televisão, e sem “nós”, “eles” não são nada.

Uma mão lava a outra, mas a realidade nos mostra que não é assim que a banda toca. Acredito que no início haverá uma certa mudança, mas conforme tudo volta ao normal, a ganância habitual também voltará.

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