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Brasil e Argentina de mãos dadas na crise

Desde a última semana os campeonatos do mundo pararam para os compromissos das seleções nacionais, sejam eles oficiais ou amistosos.

Para brasileiros e argentinos não foi diferente, e o que pode ser visto não trás sentimento de otimismo para nenhum dos dois.

A Seleção Brasileira de Tite que não engrena

A expectativa de todos nós era chegar esse momento, após dois amistosos diante de seleções fracas, poder exaltar os grandes feitos da equipe brasileira nesse período.

Pois bem, o que aqui podemos fazer é lamentar, não somente pelos resultados, pois mais uma vez parece que treinador e jogadores saíram quase ilesos.

A análise vai além dos números, e o que o time vem fazendo desde a Copa do Mundo, deixa os torcedores enfurecidos, pra não dizer coisa pior.

Mais uma vez podemos ver diante dos nossos olhos uma seleção que já foi temida perante o mundo, sequer conseguir ameaçar de forma contundente a inexpressiva seleção panamenha.

Vencer a República Checa foi um certo alívio na barra do Tite, mas para quem viu o jogo, deu pra notar que o problema vai além de qualidade técnica, e chega até a teimosia descabida do Tite.

O tropeço histórico diante do Panamá

Sim, realmente somos muito mal acostumados se tratando de futebol, e quem nos mimou demais foi a história gloriosa da Seleção Brasileira.

Talvez por isso somos tão exigentes, mas quem não seria quando vê sua seleção não vencer um rival que venceu um único jogo em quase 2 anos?

Nas estatísticas o Brasil foi massacrante, quase 80% de posse de bola, 17 remates, 12 escanteios.

Na prática, vimos um time pressionando sem ser perigoso, uma posse sem objetividade, desorganização e principalmente, a falta da alma aguerrida de outros tempos.

Chegamos ao ponto de sermos anulados por uma seleção que havia perdido 9 dos últimos 10 jogos, sofrendo 25 gols nesse período.

E ainda tivemos de ler dos jornais panamenhos frases como: “Um empate e um gol que entram para história”, ou pior, “A imprensa Brasil chora o empate”.

Brasil: A montanha-russa diante da República Checa

Após a partida contra o Panamá, Tite deu essa declaração:

“Estabelecemos como etapa agora dar oportunidades aos jovens, aos jogadores que vão surgindo. Quando formos à Copa América, faremos as escolhas precisas para termos um melhor rendimento”

Mas o início que se viu diante dos Checos foi mais do mesmo, com pouquíssimas alterações, e as mesmas dificuldades de criação.

Brasil e Argentina de mãos dadas na crise

Viu o adversário dominar a primeira parte, fazer um gol e perder alguns outros.

Tite se rendeu a renovação, colocou em campo Everton, David Neres, Arthur, e a partir daí o time ganhou outra cara, mais agressivo, veloz e vertical.

A partida terminou 3-1, com gols de Firmino e Gabriel Jesus (2), estes sendo muito mais abastecidos, e podendo ser mais participativos, houve mais variações de jogadas, e enfim, uma luz no fim do túnel.

A pergunta que se faz é: Tite percebeu isso e se convenceu que é preciso abrir os braços a novas convicções?

Argentina em queda livre?

Quando estava a produzir este texto, fiquei imaginando como a Argentina conseguiu cair tanto nos últimos anos.

Temos de lembrar que no não tão distante ano de 2014, os argentinos protagonizaram uma final de Copa do Mundo, em que perderam na prorrogação.

Em seguida fez duas finais de Copa América, e perdeu as duas, ambas para o Chile, nos pênaltis.

Mesmo tendo um extraterreste como Lionel Messi, parece que não é suficiente pros argentinos confirmarem suas campanhas.

Chegar a um passo da Glória, e ver tudo ruir, não é fácil. Imagina passar isso por 3 vezes em poucos anos?

Daí pra frente foram tempos difíceis, trocas no comando, claro desentendimento entre atletas e comissão técnica na Copa do Mundo, briga de jogadores com imprensa, e a certeza que o desgaste corroeu o futebol argentino.

Será que recupera para a Copa América?

E por falar em vexame …

Vivemos em outros tempos em relação ao futebol é verdade, mas me espanta algumas situações, principalmente a diminuição da diferença técnica no chamado confronto Davi vs Golias.

A Argentina conseguiu a façanha de perder pra Venezuela, na semana passada, jogando em Madrid.

Na volta de Lionel Messi, o time comandado por Scaloni foi duramente surpreendido, vendo os venezuelanos abrirem 2-0 ainda na primeira etapa.

Um time morno, sem criatividade, com uma ilha técnica chamada Messi, em meio a um marasmo e pouco brilho dos companheiros.

Na segunda etapa um pouco mais acesa, a equipe descontou com Martinez, mar logo na sequência tomou o tiro de misericórdia.

A impressão que passa é que Messi está cansado, não só fisicamente, mas não suporta mais carregar o fardo de ser o astro dessa geração que não lhe acompanha tecnicamente.

E isso repercute mundo afora. O jornal espanhol Sport trás na sua manchete a frase “É somente Messi”, enquanto os argentinos do Olé foram mais duros: “É uma bagunça”

Argentina: Vitória sofrida sem Messi

Se com o camisa 10 do Barcelona as coisas já estavam bem difíceis, o que poderia se esperar sem ele?

Pois então, a vitória veio diante do Marrocos, mas não vamos aqui cometer o sacrilégio de ventilar a hipótese do time ter ido melhor sem ele.

É necessário que se deixe muito claro que foi um horror, tecnicamente um jogo muito ruim.

Messi

Dos marroquinos não esperava nada, mas ainda acreditava numa evolução por parte dos argentinos.

O que se viu foi um time com menos posse de bola que o fraco adversário, muito chutes longe do alvo, apenas 2 remates no gol, e um gol suado aos 83 minutos de jogo.

Foi um jogo truncado, pobre tecnicamente, e que teve quase 50 faltas ao longo dos 90 minutos.

Sinceramente, apenas isso que vejo nesse time, disposição. No restante, pouca inspiração, poucos jogadores acima da média, e sem comando na casamata.

Messi vai ter muito trabalho logo adiante.

Perspectivas de Brasil e Argentina para a Copa América

Não temos por essas bandas o mesmo brilho e o mesmo nível técnico que se vê numa Eurocopa.

A Copa américa é mais enxuta, com menos equipes que jogam em igualdade com brasileiros e argentinos.

Hoje, temos 3 favoritos ao título, além de Brasil e Argentina, coloco o Uruguai com muita força.

O Brasil até pela sua extensão territorial, sempre vai revelar muitos jogadores, e mais uma vez tem uma safra com bons talentos.

O que vem travando é a falta de renovação, insistir em jogadores que não deram certo, tem sido o ‘tendão de Aquiles’ do Tite.

Ainda foi pouco, mas os jovens jogadores deram um fôlego, e pode ser a salvação dessa lavoura.

A sorte é que o Brasil pegou um grupo fraco, com Bolívia, Venezuela e Peru, e jogando em casa, provavelmente ganha ainda mais força.

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Perspectivas de Brasil e Argentina para a Copa América

Já a Argentina, chega com uma pressão enorme sobre os ombros. As recentes derrotas em finais, e a falta de um título dessa geração liderada por Lionel Messi, deixam um ambiente carregado.

Não atoa a equipe não consegue deslanchar, a cada fracasso é uma mudança. Os jogadores não tem uma sequência de trabalho, não há uma linha de filosofia dentro dessa Federação.

O grande desejo dos argentinos como comandante seria Diego Simeone, mas este não deve treinar a seleção tão cedo.

Resta torcer pelo sucesso de Scaloni no momento, que sucede Sampaoli, que também não deu certo, assim como tantos outros.

Talvez este seja o último tiro de Messi em busca de um título jogando em alto nível, mas falta parceria, e vejo esse time indo longe somente na força, e bate de frente com o Uruguai por ser a segunda força dessa competição.

Pelo baixo nível técnico da competição, apostaria nos argentinos chegando a final. E para levantar a taça em solo brasileiro, a Bet365 paga 5.00 em quem apostar em Messi e cia.

O sucesso na Copa América vai depender muito mais de questões extra-campo, do que dentro das 4 linhas.

O Brasil vai pressionado por um vexame de 7-1 na última Copa, e por um desempenho mais vistoso, e na última Copa já vimos que psicologicamente o grupo não soube lidar.

Na Argentina, o peso de ser campeão depois de tantos anos, e Messi ter de mostrar que é capaz de levar sua seleção a um triunfo, mesmo que sozinho.

São duas grandes forças do continente, mesmo em um declínio técnico, não podemos descartá-los como favoritos da competição.

E com essa perspectiva, fico esperando um protagonismo de dois camisas 10. Messi e Neymar terão de provar que podem mais do que estão entregando as suas seleções.

Quem será que leva a melhor? Aguardemos!

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