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Bilionário russo quer comprar o Fortaleza

Uma prática que virou moda ao redor do mundo já há muitos anos, pode estar se tornando recorrente no futebol brasileiro. O Fortaleza estaria buscando um acordo com milionário russo para fechar um investimento forte no clube para as próximas temporadas.

Fortaleza busca a venda do clube ou busca por investidor?

Desde que surgiu essa possibilidade de um acordo entre o Fortaleza e um investidor estrangeiro, as redes sociais fervem com milhares de teorias sobre o acontecimento e as consequências para o futuro do clube. Por todas as notícias que li, não acredito que o modelo de negócio seja para buscar a venda de uma parte do clube.

Bilionário russo quer comprar o Fortaleza

Lembrando que na Europa isto é comum, com grandes clubes vendendo fatias importantes de suas ações, e sendo controlados por “donos” milionários. O Fortaleza negocia com Ivan Savvids, o milionário russo que é dono do clube grego PAOK. O interesse é por um investimento forte no clube nordestino, ainda sem a sinalização de compra de direitos acionistas do clube.

Para que houvesse uma venda do clube, o Fortaleza teria que seguir uma serie de trâmites para que buscasse uma conclusão favorável, como a mudança no seu estatuto após uma aprovação do Conselho Deliberativo do clube. Não existe santo nessa história, Savvids não veio ao Brasil a passeio, e muito menos veio para doar dinheiro ao Fortaleza. Não existe almoço grátis, e tudo que vai, com certeza volta.

O milionário quer ganhar muito dinheiro, viu no Fortaleza um clube de bom resultado administrativo, torcida apaixonada e com potencial de crescimento, além de um grande estádio, estrutura e localização geográfica favoráveis.

Ele vai querer comprar uma parte do clube no futuro, enquanto isso não acontece, acredito que deva fazer algum investimento inicial, até para estreitar laços com administradores e torcida. Tudo é planejado, e se com um investimento inicial, obtiver algum resultado de campo, não duvido que o futuro seja uma compra de fatia importante do tricolor do Nordeste.

Este é o modelo para o futuro de alguns clubes do futebol brasileiro

Na Europa é algum comum, ter “investidores” que na verdade são os donos de grandes clubes. Parece que os torcedores de lá realmente não se importam com este cenário, desde que seus clubes tenham competitividade em competições importantes.

Aqui no Brasil as coisas são diferentes, e não estou dizendo que estamos errados. Somos apaixonados por futebol, por nossos clubes, e não admitimos ainda a possibilidade de que ele seja tomado por um milionário qualquer. Mas como tudo na vida tem uma brecha e uma forma das coisas acontecerem, esses investidores já acharam a porta de entrada para um cenário ainda pouco explorado.

Nosso exemplo mais recente é o Bragantino, pequeno clube do estado de são Paulo, bem localizado geograficamente, disputante de competições relevantes como o melhor estadual do país e Brasileirão Série B.

A Red Bull, empresa de drinks energéticos, chegou e tomou o clube para si, investiu milhões de reais e elenco e estrutura, e o resultado foi imediato: sagrou-se campeão do Campeonato Brasileiro Serie B, e em 2020 estampará a marca Red Bull nas telas da primeira divisão.

Lembrando que a empresa conseguiu nesta edição da Liga dos Campeões colocar seus dois clubes disputando a maior competição de clubes do mundo: RB Leipzig e RB Salzburg.

O Brasil é um cenário propício, pois eles tem dinheiro e nós temos necessidades (enormes, diga-se de passagem).

Quando estamos inseridos em um contexto onde temos um ou dois clubes com arrecadação mais do que dobrada em relação aos demais, não existem muitas saídas para que clubes menores se tornem competitivos. O Fortaleza não é pequeno, mas é exatamente como os empresários definiram: um clube bem administrado, de enorme potencial, e que tem necessidades de crescimento.

Este tipo de brecha é certeira para estes milionários. A torcida não é tão resistente, pois vê a possibilidade de mudar de patamar. Com certeza será mais difícil estes chegarem a um acordo com os maiores clubes do país.

Torcida muito grande, clube de muita história, o saudosismo e tradicionalismo emperram uma negociação mais fácil. A não ser que o alvo sejam grandes clubes que estão a beira de um colapso.

O Botafogo, por exemplo, mal consegue pagar seus salários em dia, tem um desempenho técnico sofrível, está léguas de distância do rival local, o Flamengo.

Este tipo de situação mexe com o torcedor, e é nesse momento de fraqueza que a porta se abre para um novo modelo de gestão dos clubes. Se isso vai ser muito bom, eu ainda não sei, porém, acredito ser uma tendência para um futuro não tão distante.


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