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Balanço da Seleção Brasileira e a perspectiva para 2020

O ano de 2019 foi encerrado com saldo positivo para a seleção brasileira, principalmente pelo título conquistado na Copa américa. O desempenho técnico, no entanto, não é algo que empolga os brasileiros, e coloca uma pressão inicial bem grande sobre o trabalho de Tite.

Seleção Brasileira: A transição de 2018 para 2019

A chegada de Tite para o comando da seleção brasileira em meio à disputa das eliminatórias sul-americanas, foi um motivo de alento aos torcedores.

Balanço da Seleção Brasileira 2020

O desempenho inicial foi muito superior aos seus antecessores recentes, em resultados, mas principalmente em desempenho técnico.

Ele chegara para resgatar a autoestima do povo brasileiro, que aos poucos vinha largando a seleção. A utilização de jogadores promissores e que recentemente vinham de sucesso nos gramados brasileiros, foi aos poucos reaproximando time e torcida.

O Brasil terminou a classificatória para a Copa do Mundo em primeiro lugar, um ataque muito efetivo, e com um nível de futebol muito interessante. Mas dizem que a decepção é proporcional à ilusão, e 2018 foi um tapa na cara dos brasileiros.

A perda de mais uma Copa do Mundo não foi o gatilho para tamanha cobrança de torcida e imprensa, mas sim, o desempenho técnico, e as insistências do treinador em suas convicções que não deram certo.

O Brasil não fez um grande jogo sequer na Copa do Mundo, mesmo quando venceu, não teve brilho.

Tite insistiu em jogadores de baixo desempenho, como Gabriel Jesus e Fernandinho, e deu liberdade demais para Neymar, que visivelmente já tinha um declínio psicológico naquele momento.

Esperava-se uma reformulação após o fracasso, e não foi o que aconteceu. Tite insistiu na base do seu grupo, e quando chamava jogadores novos, poucos minutos em campo lhes dava.

Tite tinha na Copa América sua última chance de manter um ambiente saudável com a torcida e não ir para a guilhotina.

A perda de Neymar e o título da Copa América

Neymar era o centro do time de Tite, com toda a razão, até hoje é o jogador de maior potencial entre os brasileiros. A sua lesão veio antes do início da Copa América, em um momento que passava uma grande crise particular.

A ausência do camisa 10 desestruturou o time, que dependia muito de vitórias pessoais. As escolhas de Tite eram, basicamente, de jogadores táticos, mas que não tinham capacidade individual.

A dificuldade de criação era visível, e embora uma estreia na Copa América com vitória de 3-0 sobre a Bolívia, o time era fortemente vaiado, e só engrenou com a entrada de Everton no time.

Na segunda partida a mesma dificuldade, e não saiu do empate sem gol contra a fraca Venezuela. A vitória de 5-0 sobre o Peru foi um ponto fora de curva, se aproveitando dos erros e fragilidades dos peruanos.

Tite resolveu mudar, Everton virou titular e peça fundamental, até para diminuir os resquícios da perda de individualidade. Gabriel Jesus deixou de ser o centroavante e foi deslocado para a ponta direita, onde rendeu melhor, e Firmino assumiu o posto de centroavante.

Ainda assim, a dificuldade de criar se mantinha, Coutinho não vem bem, assim como os volantes, e muito pouca participação dos laterais. Precisou dos pênaltis para passar do Paraguai, mas foi forte diante da argentina na semifinal.

O jogo não foi brilhante, mas foi superior ao seu rival, e venceu por 2-0.

A final diante do mesmo Peru que foi goleado na primeira fase, deu ao time o status de grande favorito, se confirmando aos 90 minutos, com vitória de 3-1.

Não foi uma grande competição, o Brasil teve apenas momentos de grande time, e precisou de lampejos de alguns grandes jogadores, pois coletivamente vem sofrendo muito.

O final da temporada 2019 recolocou a pressão sobre time e comissão

Após a vitória sobre o Peru e o título da Copa América, o Brasil jogou mais 6 amistosos. Em primeiro lugar, a grande crítica da torcida e imprensa sobre os adversários escolhidos.

Três adversários da América do Sul (Colômbia, Peru e Argentina), sendo que dois destes enfrentara há poucos diante antes. E os outros 3 de pouca condição técnica (Senegal, Nigéria e Coréia do Sul).

Nenhum destes proporcionou um real teste ao time de Tite, e o desempenho diante de equipes que não estão entre as melhores do mundo, fez com que acabasse a paciência de todos, até mesmo da mídia que defendia com unhas e dentes o trabalho do treinador.

O Brasil venceu apenas 1 jogo, o último diante da Coréia do sul, por 3-0, onde conseguiu ser superior ao seu adversário, mas não teve uma atuação de luxo. No restante, empatou 3 vezes e perdeu para Argentina e Peru, sofrendo gol em todas as partidas.

Não houve uma grande reformulação no grupo de convocados, embora o calendário do futebol brasileiro não ajude o treinador, não acredito que levaria uma grande quantidade de jogadores que jogam e seu país.

Manteve sempre uma base daqueles que confia, mas que não vem dando resultados, e quando chamava alguns jogadores que a torcida brasileira aclamava, como os destaques do Flamengo, poucos minutos deu a estes jogadores.

O Brasil não planejou uma renovação, não vai gradativamente mudando sua cara e sua forma de jogar.

Estamos mudando constantemente algumas peças, que pouco jogam, para os mesmos de sempre vestirem a camisa de titulares, e o desempenho não evolui.

Quais as perspectivas para 2020?

Nesta temporada mais uma vez teremos Copa América, que absurdamente vem acontecendo quase que toda temporada. O Brasil não tem hoje, não tem alternativas interessantes para ser melhor do que já foi.

Não por falta de peças, pois temos uma boa safra de novos jogadores, no entanto, estes não são chamados, então não creio que irão para a competição continental. A expectativa da torcida brasileira é por finalmente termos mudanças drásticas, como convocações dos flamenguistas Gerson, Bruno Henrique e Gabriel.

A manutenção da chamada de Everton, mas também de jogadores novos, como Renan Lodi e Rodrygo. Mas também mais tempo de jogo para jogadores que são chamados e sequer entram em campo, como Lucas Paquetá, Fabinho, etc.

O Brasil joga da mesma forma desde que Tite assumiu, de um desempenho fantástico para um medíocre. Isto significa que os adversários estudam cada movimento, e o treinador não tenta de alguma forma mudar seu modelo de jogo ou peças em campo.

O que mantém Tite no comando é a fraqueza que se encontra o futebol sul-americano. Isto porque a Argentina, de Lionel Messi, tem somente Messi.

Um treinador que ainda não tem lastro para mudar a equipe de patamar.

As outras seleções sofrem com uma decadência, como o Chile que desde que venceu a Copa América não se renovou, e não tem uma grande safra, com seus destaques envelhecendo.

O Paraguai vem cada vez mais caindo, isto porque não conseguiu ainda ter uma renovação, assim como o Chile. Colômbia e Uruguai são as que parecem ainda respirar com equipes mais competitivas, futebol vertical e de boa qualidade técnica.

Na América do Sul, o Brasil aparece como soberano, tem um território gigantesco, onde surgem novos jogadores a todo instante. Constantemente equipes brasileiras exportam bons jogadores para a Europa, temos destaques em cada uma das grandes ligas do continente europeu.

Então material humano temos, embora não com tantos jogadores fora de série como em outras oportunidades, mas grandes jogadores com potencial.

Falta uma coragem de mudar, assim como a Alemanha fez depois da Copa do Mundo de 2002, que gradativamente foi inserindo jovens jogadores e nutrindo uma outra maneira de jogar.

O tempo está passando, e passando muito rapidamente.

Ontem ainda lamentávamos a perda da Copa de 2018, e procurávamos desculpas para justificar um desempenho horrível.

Agora nos seguramos no título da Copa américa de 2019, sendo que em 2 anos contamos nos dedos as grandes atuações que este time teve.

O Brasil precisa mudar, precisa se reinventar, assim como aos poucos o futebol do Campeonato Brasileiro vem fazendo, com o ingresso de treinadores estrangeiros.

Muitos se cansaram de receber pouco e pagar muito, e na seleção brasileira estamos recebendo muito pouco, em relação ao potencial que temos.

Tite é um grande treinador, foi campeão de quase tudo que ele poderia disputar: estaduais, Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Recopa Sul Americana, Copa Libertadores e Mundial de Clubes da FIFA.

O problema não é o potencial de Tite, ele entende muito, tem capacidade de dar mais do que vem dando.

Não sou um defensor da mudança neste momento, mas me refiro à mudança de treinador, pois a mudança de postura de Tite, não tenho dúvidas que há de mudar.

O ciclo desta safra vem chegando ao fim, e Tite tem a obrigação de mudar isto, para que possamos ter alguma perspectiva de ser competitivo nas próximas temporadas.

A Copa do Mundo de 2018 parece que foi ontem, e logo a Copa do Mundo de 2022 vai começar, e vamos ter um time que pouco mudou, pouco jogou, e poucas chances terá de levantar o troféu, assim como nas últimas edições.

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