Na última semana, uma possibilidade de volta do público aos estádios, caiu como uma bomba no noticiário esportivo brasileiro. Desde então, divergências discussões, e até ameaça de paralisação do campeonato.

VOLTA DA TORCIDA APENAS PARA O FLAMENGO?

A paralisação do futebol brasileiro, por vários meses, ainda causa sérias consequências aos clubes do país. Se em centros onde clubes e competições são mais poderosos financeiramente, o resultado foi difícil, no Brasil o cenário é ainda pior.

As dificuldades financeiras abalam até os clubes mais organizados, e aquele período onde os salários pagos no país inflaram demasiadamente, começa a pesar no bolso nesse momento.

O futebol no país voltou, o dinheiro da televisão entra na conta, mas a fatia da bilheteria ainda faz muita falta. Pensando nisso, se desenvolve, mesmo que precipitadamente, um protocolo para a volta do torcedor às arquibancadas.

O centro da discórdia mais uma vez é o Rio de Janeiro, e mais uma vez é o Flamengo. Isto porque a FERJ e Prefeitura do Rio de Janeiro, ventilaram a possibilidade de o jogo entre Flamengo e Athletico-PR, marcado para o dia 4 de outubro, ter uma capacidade reduzida de torcedores no Maracanã.

O Rio de Janeiro foi o primeiro estado a liberar as competições, muito pela pressão exercida pelo Flamengo, juntamente com o Vasco. Agora mais uma vez o rubro-negro toma a dianteira nessa batalha.

CLUBES SÃO CONTRA A DECISÃO, E CORINTHIANS PROMETE NÃO ENTRAR EM CAMPO

A FERJ colocava em pauta, os jogos serem om portões abertos apenas no Maracanã, ondem jogam Flamengo e Fluminense, por regra da prefeitura da cidade. Os protocolos seriam enviados à CBF, e se tivesse o aval da entidade máxima do futebol brasileiro, os flamenguistas poderiam voltar ao estádio.

A possibilidade causou um alvoroço, e vai contra o posicionamento da maioria dos clubes do campeonato. Confira abaixo.

CLUBES SÃO CONTRA A DECISÃO, E CORINTHIANS PROMETE NÃO ENTRAR EM CAMPO

A prefeitura do Rio autorizou a volta dos jogos apenas ao Maracanã, e o restante dos clubes se posicionaram contra a proposta. Alguns por ainda não entender ser um momento propício para o retorno, mas a maioria por acreditar que haja um favorecimento ao Flamengo.

O presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, foi o primeiro a ser totalmente contra a medida. O mandatário do clube paulista afirmou que, se os jogos do Brasileirão Série A com público forem permitidos apenas no Rio de Janeiro, nesse primeiro momento, o Corinthians não entra mais em campo pelo Campeonato Brasileiro.

O vice-presidente do Flamengo, Marcos Braz, afirmou que cidades aptas a receber público, estão recebendo. A medida claramente favorece poucos clubes, e mais uma vez em primeiro momento, voltada a favorecer apenas um.

Essa fala de Andés Sanchez, encontrou aliados em vários cantos do país. O presidente do Fluminense, que também manda jogos no Maracanã, antecipou em junho, que mesmo que um decreto autorizasse a volta do público ao estádio, os jogos do Fluminense seriam de portões fechados.

Representantes de Bahia, Botafogo, Grêmio, Internacional, Palmeiras, Santos e Vasco também se colocaram contrários à medida. Defendendo a autonomia das autoridades sanitárias, um protocolo definido para todo território nacional, e igualdade de condições a todos os clubes.

A VOLTA DO PÚBLICO NESSE MOMENTO É INSANIDADE?

É uma questão realmente pertinente. O Brasil toma como exemplo medidas adotadas em outras partes do mundo, e se espelhou em protocolos no futebol, utilizados em ligas europeias.

No Reino Unido, um dos primeiros países com competições de elite a retornar suas atividades, os representantes já anunciaram que público nos estádios antes dos próximos 6 meses está descartado.

A VOLTA DO PÚBLICO NESSE MOMENTO É INSANIDADE?

A Supercopa da UEFA, no entanto, já terá público no estádio (reduzido, obviamente), na partida entre Bayern e Sevilla. O Brasil tem tamanho continental, então é compreensível que em determinadas regiões, houvesse maior facilidade de implementar um protocolo “seguro”.

O problema é que esse não aprece ser o caso do Rio de Janeiro, assim como não era quando foi o primeiro centro a voltar com o futebol. As coisas não acontecem com base em argumentos sólidos, e parece que a pressão nos bastidores é algo muito forte.

Os próprios cariocas ainda não defendem, em sua totalidade, a volta do público aos estádios, exceto o Flamengo. Os demais clubes tem total razão, quando se colocam contrários a tal medida.

Em uma competição com 20 clubes, um ou dois serem beneficiados com torcida em seus mandos de campo, gera um desequilíbrio. Além de beneficiar financeiramente apenas uma pequena maioria, enquanto todos os demais sofrem com dificuldades de cumprirem seus compromissos.

A FERJ, depois de ver o feedback negativo que teve com a possibilidade, disse estar realizando um teste, assim como fez meses atrás, quando liberou a volta do campeonato carioca.

A verdade é que a tentativa foi sólida, e se a CBF liberar, tudo vai ser colocado em prática. Se houver um protocolo bem definido, em um futuro próximo poderia se estudar a possibilidade, mas em condições iguais a todos os clubes, pois senão, soa mais uma vez como medida tomada para benefício de apenas um.

 

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