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Porque é tão complicado apostar em futebol brasileiro?

Aos brasileiros, e aqueles que não são daqui mas que costumam fazer suas apostas no futebol verde e amarelo, com certeza já perceberam a imensa instabilidade do nosso futebol. Com isso, alguns fatores acabam potencializando as dificuldades de análises e apostas no futebol canarinho.

Porque é tão complicado apostar em futebol brasileiro? O péssimo calendário

É unanimidade entre todos jogadores, treinador, dirigentes e imprensa, que aqui temos um dos piores (senão o pior) calendário de jogos do mundo.

Porque é tão complicado apostar em futebol brasileiro?

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Por aqui temos uma enorme quantidade de jogos, com 38 rodadas do Campeonato Brasileiro, 14 jogos pela Copa Libertadores ao time que conseguir ir às finais, no mínimo 8 jogos na Copa do Brasil, e ainda temos a possibilidade de Mundial de Clubes e uma viagem para o outro lado do planeta.

Outro fator são os campeonatos estaduais, que não tem em nenhum lugar do mundo, mas aqui o brasileiro conservador não consegue acomodar mais 18 datas em um calendário já apertado, para na sua maioria jogar contra equipes que tem o ápice de sua temporada nessa competição.

Sabe o que isso significa? Pré-temporada extremamente curta, jogadores sem preparo adequado, uma série de lesões musculares durante a temporada.

O esvaziamento do campeonato nacional

Há quase duas décadas atrás, o Campeonato Brasileiro era disputado em uma classificatória de pontos corridos, e decidido em playoffs.

Sem entrar no mérito de se a mudança para os pontos corridos foi boa ou ruim, a verdade é que o campeonato ficou em segundo plano para muitos times.

Em primeiro lugar a torcida em sua maioria não compra a ideia de encher estádio no Brasileirão Série A. Salvo raras exceções, os times acabam jogando para uma média de 20 mil torcedores.

balança

Ainda, as competições em formato de (Copa do Brasil, Libertadores, Sul Americana) acabam trazendo ao clube uma série de dividendos, como maior premiação, maior exposição da marca, maior procura do público, e isso acaba fazendo com que a maioria dos treinadores, utilizem times completamente desfigurados na Serie A.

A discrepância entre as rendas de cotas televisivas, e também de arrecadação em um geral, acaba por vezes desnivelando a competição, que em algumas temporadas foram se resolvendo mais cedo, e o campeonato abandonado por uma boa parte dos clubes.

A eterna dança das cadeiras dos treinadores

A quantidade de mudanças no comando das equipes, é um verdadeiro absurdo no futebol brasileiro.

Por aqui não interessa a qualidade do trabalho, pouco importa o grupo de péssima qualidade que foi dado ao treinador, pois se não conquistou alguns resultados a curto prazo, está no olho da rua.

No futebol brasileiro, poucos são os treinadores que possuem uma longevidade. Felipão que hoje conquista grandes resultados com o Palmeiras, está desde o meio do ano passado apenas.

tecnico demitido

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Os técnicos de maior continuidade aqui são Renato Gaúcho (Grêmio), Odair Helmann (Inter), Mano Menezes (Cruzeiro).

A mudança contínua dos comandantes torna cada vez mais difícil a implementação de uma filosofia no clube, que acaba em curtos períodos tendo várias maneiras de se jogar.

Mais recentemente, treinadores estrangeiros começaram a chegar ao nosso país, e pode acabar criando uma nova cultura no futebol nacional (se sobreviverem às turbulências e pedidos de demissões que cruzarão seu caminho).

Distância continental para realização dos jogos

Pouco se fala, mas com o calendário lotado, e o Campeonato Brasileiro sendo disputado toda semana, aliado a enorme área territorial do país, acaba influenciando muito no resultado de campo.

Por exemplo, as equipes do extremo sul, norte e nordeste, acabam tendo um desgaste muito superior, em relação aos times do sudeste, que coincidentemente são os maiores vencedores dos pontos corridos.

Um estudo recente colocou em pauta o enorme desgaste de deslocamentos, e que em termos de comparação, no futebol brasileiro teriam equipes gasto 156 dias do ano em deslocamentos, enquanto na Europa, a média desse quesito cai em 36%.

Aos clubes que disputam a Serie A, e também competições de elite, como Libertadores, por exemplo, o desgaste é ainda maior. Um exemplo recente:

O Grêmio que é de Porto Alegre, rio Grande do Sul, jogou em uma quinta-feira em Porto Alegre pela Libertadores.

mapa brasil

No final de semana, sem tempo de treinamento, viajou até Alagoas para na segunda-feira jogar pelo Brasileiro, e também se muito tempo de descanso, após a partida já teria de embarcar para o Paraguai, pela Libertadores, para jogar na outra quinta.

E após, voltaria a Porto alegre, para no final de semana jogar novamente pelo Brasileiro. Será que isto influencia no desempenho?

Estes são apenas alguns fatores que podem contribuir para as dificuldades de se investir em futebol brasileiro.

Se levarmos muitos fatores extra campo, em consideração, aliados aos resultados de campo, podemos chegar a alguns caminhos sobre mercados e apostas. Mas é inevitável que os fatores externos contribuam ativamente para as análises do jogo.

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