A classificatória para a Copa do Mundo de 2022, começa nesta quinta-feira, para as seleções da América do Sul. Abaixo segue um breve resumo de como se encontra cada equipe, e as perspectivas para a classificação.

ARGENTINA – FAVORITA A BRIGAR PELA LIDERANÇA

Tradicionalmente, a Argentina briga com o Brasil pelo domínio do futebol sul-americano. Acontece nas competições de clubes, como a Copa Libertadores, onde os argentinos são os maiores vencedores, e também acontece nas Eliminatórias.

O técnico Scaloni, tem na Copa América seu principal objetivo para esta temporada. Começa a formar o grupo que vai disputar o título, e com algumas surpresas, como as ausências do meia Di Maria, do PSG, e do atacante Agüero, do Manchester City.

Como os clubes argentinos tiveram pouquíssimo tempo de jogo nos últimos 6 meses, Scaloni convocou poucos jogadores que atuam no país. Cortou o zagueiro Kannemann, com Covid-19, e o lateral Saravia, que operou o joelho.

Os destaques, obviamente em primeiro lugar Lionel Messi, mas com ele, Dybala e Lautaro Martínez. Scaloni tenta montar uma Argentina de maior mobilidade, e intensidade, dando liberdade total a Messi.

Encara o Equador na primeira rodada, com status de super favorita. O último enfrentamento entre ambos, foi no final do ano passado, em amistoso terminado 6-1 para os argentinos.

EQUADOR – BRIGAR POR UMA VAGA É UM SONHO DISTANTE

O Equador será o primeiro adversário da Argentina, na estreia das Eliminatórias. É uma seleção que geralmente tem um jogo de transição forte, porém, defesa fraca.

Uma reformulação tenta ser empregada, com um novo comando técnico. O argentino Gustavo Alfaro assumiu há pouco tempo, o cargo de treinador da seleção equatoriana.

EQUADOR – BRIGAR POR UMA VAGA É UM SONHO DISTANTE

Segundo Alfaro, as Eliminatórias são muito complexas, e o Equador entra para brigar por uma vaga, mesmo que a dificuldade seja muito grande. Na última edição, o Equador ficou no 8° lugar, com 10 derrotas em 18 jogos, e 29 gols sofridos.

Tem uma característica de se impor mais em seu território, motivado pela altitude. Porém, fora dela sofre para ser competitivo. O ex-treinador do Boca Juniors tenta empregar um modelo mais intenso e menos exposto, porém, com pouco tempo de trabalho, não creio ser algo imediato.

O goleiro Johan Padilla foi cortado devido ao Covid-19, e o volante Noboa, que atua na Rússia, teve seu voo cancelado, e não chegará a tempo.

URUGUAI – FORTE, PORÉM, SEM UMA ESTRELA

O Uruguai terminou a última edição na vice-liderança, e chega como uma integrante do grupo de fortes seleções para este ano, mais uma vez. O técnico Óscar Tabárez convocou apenas atletas que atuam fora do país.

O ataque da equipe vai desfalcado de uma das suas maiores estrelas. Enquanto Suárez, que se envolveu em uma problemática saída do Barcelona, foi convocado, Edinson Cavani ficou de fora.

Cavani ficou meio ano sem atuar, após sair do PSG, e ter uma longa indefinição, antes de acertar com o Manchester United.

A força do futebol uruguaio, geralmente é coletiva, com uma característica de muita intensidade na marcação. O sistema defensivo é bem composto, liderado por Godin.

Mas o meio-campo é muito qualificado, com Torreira (Arsenal), Valverde (Real Madrid), Betancur (Juventus), De La Cruz (River Plate) e Arrascaeta (Flamengo).

Tabárez deve montar uma equipe compacta, com forte marcação, e um jogo bem pouco exposto. Duas linhas de 4, como tem sido sua característica, e um ataque de mobilidade. Indefinição se dá pelo parceiro de Suárez.

CHILE – QUINTA FORÇA DO CONTINENTE

Embora bicampeão recentemente da Copa América, o Chile não se consolidou como uma das maiores força do continente, principalmente em uma competição longa como as Eliminatórias.

Na última edição ficou fora da zona de classificação para a Copa do Mundo, na Rússia. Sofre com essa troca de safra, entre aquela vitoriosa, recentemente, e opções de renovação.

CHILE – QUINTA FORÇA DO CONTINENTE

O técnico Reinaldo Rueda não contará com o goleiro Claudio Bravo, lesionado. Arthuro Vidal e Alexis Sanchez foram convocados, mas acabam por confirmar essa tese de falta de opções, pois ambos não vivem bons momentos na carreira.

É uma equipe que não tem muitos jogadores atuando em destaque na Europa, e a grande maioria dos convocados são das Américas. É um time em transição, e esta vem sendo dolorosa. Não chega com grande força, ao meu ver.

PARAGUAI – NÃO TEM BOAS PERSPECTIVAS PARA A TEMPORADA

O Paraguai tenta se reerguer, pois hoje não apresenta a mesma competitividade que um dia já teve. O time na última Copa América avançou de fase, com um futebol pífio, e sem brilho. Perdeu para o Brasil somente nos pênaltis, é verdade, mas demonstrando uma clara falta de condições de ser dominante em qualquer partida.

É uma equipe basicamente que se importa com um sistema defensivo mais equilibrado, e poucos nomes de destaque à frente. Mesmo em casa, não atinge um status de super favorito, e deve encontrar dificuldades de criação.

Jogadores do futebol brasileiro convocados: Gatito Fernández (Botafogo), Gustavo Gómez (Palmeiras), Júnior Alonso (Atlético-MG) e Ramón Martinez (Coritiba).

Também vive um momento de novo comando técnico, que foi interrompido pela pandemia. Vejo um time de pouca qualidade de ser agressivo, e como o futebol paraguaio atual, mais força sem bola, do que qualidade em ser propositivo.

PERU – REPETIR FEITO DAS ÚLTIMAS ELIMINATÓRIAS

O Peru conseguiu a quinta vaga da América do Sul, para a copa de 2018. Na oportunidade, a equipe ainda teve de passar por um playoff. O técnico Ricardo Gareca se manteve no comando da equipe, e isso é um ponto positivo, em um cenário com algumas mudanças importantes de filosofia de trabalho.

Gareca, no entanto, enfrentou problemas para a montagem do elenco para essas duas primeiras rodadas. A primeira, foi a lesão do seu principal jogador: Paolo Guerrero.

PERU – REPETIR FEITO DAS ÚLTIMAS ELIMINATÓRIAS

O centroavante que atua no Internacional, deve voltar aos gramados apenas em 2021. Com isso, a equipe perde muito em poder de fogo, e terá de se remontar, uma vez que basicamente jogava para o seu camisa 9.

Outros problemas, agora por conta do Covid-19: Alexander Callens, Edinson Flores e Yordy Reyna, que atuam na MLS, foram impedidos de viajar, pois a liga americana comunicou que não liberaria os jogadores que atuam por lá, devido às restrições no país.

Se o Paraguai não tem grandes destaques, principalmente ofensivos, o Peru vai pelo mesmo caminho. Isso deve modelar um jogo de poucas chances, com duas equipes ainda encontrando um novo jeito de jogar.

Chegou na final da Copa América de 2019, de forma surpreendente. Mas a longa parada, e a dificuldade de montagem de elenco, fez com caísse muito as expectativas para este jogo.

COLÔMBIA – TIME FORTE E JOGADORES EM ALTA

Os colombianos chegam com muita força nesse momento. A equipe em 2018 brigou até a última rodada pela vaga, e se manteve no mesmo patamar de Argentina e Uruguai.

Tem um time experiente, com jogadores de muita qualidade. James Rodríguez é a grande atração deste momento, que recentemente foi negociado com o Everton, da Inglaterra.

James tem sido o destaque da Premier League, nesta largada, com gols e assistências, e mostrando a sua capacidade de reger uma equipe. Pode ser assim também na seleção colombiana, que tem jogadores “auxiliares” muito bons.

Cuadrado (Juventus), Falcão Garcia (Galatasaray), Zapata e Muriel (Atalanta) e Luíz Díaz (Porto), são jogadores de boa mobilidade, dão dinâmica ao setor ofensivo. A Colômbia em si é muito forte, com um jogo de transição, forte fisicamente, e uma equipe que sabe ser agressiva.

Contra a Venezuela, jogando em casa, deve ter uma tendência de domínio das ações da partida. Um jogo controlador e vertical, contra uma equipe basicamente defensiva.

VENEZUELA – MAIS UMA VEZ O SACO DE PANCADAS?

A Venezuela fora recentemente elogiada pelo seu trabalho nas categorias de base da seleção. Jogadores que são a esperança de uma equipe mais competitiva.

Até 2018, no entanto, se manteve muito longe de uma possibilidade de lutar por uma vaga. Foram apenas 2 vitórias em 18 partidas, mas ainda tem um trabalho sendo desenvolvido.

Jogadores destaque do futebol brasileiro, são um bom indício de alguma competitividade para este time. O atacante do Santos, Soteldo, ou então o atacante Savarino, do Atlético-MG. Além destes, Otero, meio-campo do Corinthians, é outro nome que tem bom potencial ofensivo.

VENEZUELA – MAIS UMA VEZ O SACO DE PANCADAS?

Mas ainda, coletivamente, é uma equipe de poucas opções. No cenário atual, os vejo ainda melhores que a Bolívia, mas enfrentando dificuldades contra todos os outros.

Na última Copa américa, avançou até as quartas-de-final, mas foi derrotada pela Argentina. Fez uma campanha digna, segurando, inclusive, um 0-0 diante do Brasil. Se coloca muito mais defensivamente, não deverá ter uma condição de propor o jogo, e diante da Colômbia, linhas baixíssimas, e apostando em contra-ataques isolados.

BOLÍVIA – LONGE DE CASA É UM FILME DE TERROR

A seleção da Bolívia tem um enorme problema a se resolver, que é a falta de futebol longe de casa. Isso tem um motivo óbvio, que é a ausência da sua maior arma: a altitude.

Nas últimas edições das Eliminatórias, venceu 4 vezes em 18 jogos, todos jogando em casa. Longe da Bolívia atuou em 9 partidas, e perdeu todas elas. Os números são ainda piores: apenas 4 gols marcados fora de casa e 26 gols sofridos.

O primeiro adversário é justamente longe da altitude, e o mais forte das eliminatórias: o Brasil. E pra esse jogo, o técnico César Farías decidiu contar apenas com jogadores que atuam no futebol boliviano, justamente pelo período de preparação, e pela política dos estrangeiros não puderem viajar.

A expectativa é por um primeiro jogo assim como tradicionalmente acontece: muita dificuldade, e uma goleada sofrida. As eliminatórias começam nesta quinta-feira, e as melhores odds e mercados você encontra na 1xbet e na Bet365.

 

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